
Pb. Paulo Melo
“Jesus, porém, foi para o Monte das Oliveiras. E pela manhã cedo tornou para o templo, e todo o povo vinha ter com ele, e, assentando-se, os ensinava. E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério; E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando. E na lei nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes? Isto diziam eles, tentando-o, para que tivessem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na terra. E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela. E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra. Quando ouviram isto, redarguidos da consciência, saíram um a um, a começar pelos mais velhos até aos últimos; ficou só Jesus e a mulher que estava no meio. E, endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais.“ (João 8.1-11)
Para Jesus, o perdão era questão de sobrevivência. O perdão foi o sentimento que ajudou Jesus a vencer todo o sistema de violência que com frequência quer nos fazer ficar doentes por dentro. Aprendemos com Jesus que perdoar é um ato divino, e para termos saúde espiritual é necessário perdoar.
Hoje, julgar é mais fácil do que absolver. É necessário ter um bom acompanhamento das realidades em que vivemos. Observamos que no delongar da história, foram formados dois tipos de tribunais, são eles: o tribunal humano e o tribunal divino.
O tribunal humano se divide em dois, à saber: opinião pública e consciência.
O tribunal de opinião pública: é aquele em que as pessoas julgam o aparente e não a razão. REFS: João 7.26; Tiago 4.11,12; Mateus 7.1,2.
O tribunal da coincidência: a consciência é a voz oculta da alma. É ela que aprova e também que reprova. REFS: João 8.7,8,9; Romanos 2.15,16; I Timóteo 1.5; Lucas 15.17.
O tribunal divino: este tribunal é divino porque é o tribunal da graça de Deus e a graça de Deus é de suma importância para nós, pois é o favor imerecido. Não merecíamos ser salvos, mais ele pelo seu infinito amor nos livrou, resgatou-nos, libertou a cada um de nós, nos deu nova vida pelo seu perdão na cruz do calvário (João 8.11) e também nos perdoou. É por isso que o tribunal divino consiste em perdão. E Jesus nos dá exemplo de perdão, vejamos: Marcos 11.25; Lucas 17.4; Efésios 4.32; Colossences 3.13; Provérbios 19.11
OBS: Perdoe: seu vizinho, sua mulher, seus filhos, sua esposa, seus amigos, seu irmão, seu pastor, seus inimigos e etc…
“QUE DEUS EM CRISTO NOS ABENÇOE E NOS GUARDE PARA SUA GLÓRIA”
Pb. Paulo Melo
Sup. das Escolas Bíblias Dominicais da AD Moreno – PE




